Posts

Ficou mais claro, a poucos meses, a importância do Transporte Rodoviário no Brasil, e em todo Mercosul, com a Paralisação dos caminhoneiros e transportadoras, quem em apenas 10 dias gerou a falta de insumos nas distribuidoras, combustível nos postos, e até medicamentos nas farmácias.

Hoje atuam no Mercosul de forma legal e ordenada mais de 600 transportadoras, e 48mil Caminhões, números da ANTT (Agencia Nacional de Transporte Terrestre), http://www.antt.gov.br/, órgão que ampara o Modal.

A criação da Tabela de Frete http://www.antt.gov.br/cargas/Tabelas_de_Precos_Minimos_do_Transporte_Rodoviario_de_Cargas.html, tem o intuito de regulamentar, organizar e valorizar o Transporte Rodoviário como um todo, principalmente dignificar uma profissão tão necessária, que é do caminhoneiro.

Quando falamos de negociações internacionais ou Nacionais, envolve além de Moeda, expectativas, datas, praz

os, leis, segurança, que sem um bom transporte podem gerar inúmeros problemas, financeiros e materiais.

E você Importador e Exportador, sabe escolher sua Transportadora?

Quando a empresas conta com um setor especializado, ou uma assessoria Internacional que faz um trabalho que inclua Logística Rodoviária, ela tem um profissional que se encarrega da responsabilidade, e dos cuidados e atenções necessárias no Transporte de carga, tais como:

-A quanto tempo a sua transportadora está no mercado?
-Qual a operadora, validade e Valor da Apólice de seguro da Transportadora?
-Se eu precisar de rastreador, os veículos da transportadora possuí?
-A transportadora tem Histórico? (Vide Sites e Google)
-O veículo que ela está oferecendo é o indicado para o transporte da sua Mercadoria? https://www.carrodegaragem.com/tipos-de-carretas-capacidades-e-tamanhos/
-Quais condições de trabalho do Motorista? Tem IPI’s? É registrado? É terceirizado?

Ao escolher um frete Rodoviário, avalie as questões acima, e escolha alguém que cuidará de sua Carga como você a produziu, confeccionou ou cultivou.

Fonte: ANTT (Agencia Nacional de Transporte Terrestre)

Por Veronica Simonetti Nery.

O transporte por modal rodoviário é aquele que é feito por estradas e rodovias, se utilizando de veículos apropriados como Caminhões e Carretas. Representa a maior parte do transporte terrestre hoje em dia, e no Brasil é responsável por 96% do movimento de passageiros e 58% do transporte de cargas.

Este modal é geralmente utilizado em transportes internacionais de curtas e médias distancias. Por exemplo, um transporte feito dentro da América Latina, pode ser utilizada rodovias de vários países na mesma viagem.

Se recomenda o transporte Rodoviário para mercadorias de alto valor agregado ou que contenha perecíveis. O espaço do veículo pode ser fretado com carga completa ou fracionada. Através da carga fracionada é possível a diversificação de embarcadores num mesmo embarque, diminuindo assim, o custo do transporte.

O transporte rodoviário também é muito utilizado em transportes Multimodais (com mais de um modal). Isto faz com que a mercadoria possa vir de algum país distante por via marítima, desembarcar em outro pais da América Latina, e vir para o Brasil através de Rodovias, o que diminui muito o risco de avarias e atrasos.

As principais vantagens do transporte rodoviário são:

• Agilidade e Rapidez na entrega da mercadoria.
• Possibilita a entrega na porta do comprador
• Exigência de embalagens tem custo menor
• Reduz risco de avarias, devido à pouca movimentação da mercadoria.

A equipe Efficienza conta com diversos agentes de carga que realizam o transporte Rodoviário e Multimodal com excelência. Entre em contato conosco para avaliar o transporte de sua carga, oferecemos diversas formas com custo-benefício para sua empresa.

Por Leonardo Pedó.

Chegamos do Paraná, com a Missão, junto a Efficienza, de abocanhar uma fatia dos 62% de escoamento de cargas no Brasil que acontece pelo Rodoviário.

Setor que já teve seus dias de glória no ano de 2010 com 200 bilhões, 11,2% do PIB, e vem tendo dias de Luta desde a queda para -7,1% PIB em 2016, numa recuperação lenta, porém sólida, um crescimento tímido de 2% até o momento no ano de 2018.

Os altos preços de acessórios, e manutenção dos veículos, como o Diesel que subiu 6,2% somente este ano, pedágios, e estradas sucateadas, fazem o nosso querido Modal, vencer um Leão por dia.

Por Veronica Simonetti Nery.

Ao iniciar negociações no mercado internacional é natural que as partes envolvidas em algum momento se questionem quanto ao modal mais adequado para o envio/ recebimento da mercadoria.

E,fatores como agilidade no transporte, segurança na operação e custos envolvidos no processo são critérios fundamentais a serem observados.

Tratando-se de uma carga com necessidade de recebimento urgente, por exemplo, o transporte aéreo costuma ser a melhor escolha, já que nesta modalidade, o Transit Time (tempo de trânsito da carga) é reduzido comparado as demais alternativas.

Todavia, em função dos altos valores envolvidos, esta opção costuma ser mais vantajosa para pequenos volumes. Necessitando do transporte de grandes volumes, sugere-se os meios marítimos, rodoviários e ferroviários justamente por disporem de maior capacidade de armazenamento e, preços reduzidos. Por outro lado, seu tempo de transporte, evidentemente, é maior.

Outro ponto relevante a ser considerado é que, a segurança no transporte da carga em cada modal é variável. Meios aereos e ferroviários tendem a ser mais seguros, já que o índice de furtos é ínfimo principalmente quando comparado ao rodoviário.

Além disso, certificar-se da idoneidade dos parceiros envolvidos na operação é mais um ponto chave no processo. Afinal, o manuseio inadequado da mercadoria através de companhias despreparadas pode gerar atrasos e prejuízos incalculáveis para o seu negócio.

Nestes casos, conversar com um especialista em logística internacional pode facilitar na tomada de uma decisão mais assertiva.

Por Fabiola Girotto.

Nosso país possui uma das maiores malhas rodoviárias do mundo, aliado a isso, o Rio Grande do Sul está estrategicamente localizado, fazendo divisa com vários países, com os quais o Brasil possui acordos comerciais de incentivo, que tem permitido aumento da demanda e faturamento. Em agosto deste ano o Rio Grande do Sul exportou US$ 1,738 bilhão, sendo que entre os principais países de destino dos produtos gaúchos, destacaram-se nossos vizinhos: Argentina (10,01%) e Paraguai (2,64%), figura 01 e 03.

Fonte: http://www.ilos.com.br/web/transporte-rodoviario-de-cargas-no-brasil-mercado-atual-e-proximas-tendencias/

Além da nossa extensão territorial, outras qualidades são a simplicidade de seu funcionamento, a agilidade – que a partir de 28/06/2017) elimina a necessidade da apresentação de alguns documentos e reduz etapas e exigências governamentais -, de sua disponibilidade quando exigida pelo embarcador, além de: entrega na porta do comprador, custo menor de embalagem, menor manuseio da carga com consequente redução de risco de avarias e variedade de tipos de veículos.

No que tange a variedade dos equipamentos, eles podem ser, entre outros: caminhões, carretas, chassis de transporte de containers e bi-trens. Abaixo um pouco mais sobre os modelos mais comuns:

  • Caminhões: veículos constituídos em uma única parte que traz a cabine junto com o motor e a unidade de carga (carroceria), chegando a transportar até 23 toneladas.
  • Carretas: veículos articulados, onde possuem unidades de tração e de carga separadas.
  • Chassis: carretas de plataforma indicadas para carregamento de containers de 20 ou 40 pés.
  • Bi-trens: veículos articulados compostos de dois semi-reboques, que atendem até 40 toneladas de mercadorias.

O setor de logística tem mais de 30 parceiros, atuando em todo território nacional, com foco no mercado Argentino, Chileno, Peruano, Boliviano, Paraguaio, Uruguaio e Equador. Atualmente carregamos produtos dos mais variados segmentos: autoparts, cigarros, móveis, cargas secas em geral, refrigeradas, etc.

Diante de todos os atrativos deste modal, aproveite e contate a Efficienza para suas cotações rodoviária. Nossa equipe qualifica-se constantemente para melhor lhe atender.

Por Alana de A. Reis