Posts

As responsabilidades do Agente de Cargas Logístico no Comex

Você já parou para pensar no trajeto que faz uma mercadoria do outro lado do mundo até a sua empresa? Esta é uma das responsabilidades do profissional de Agente de Cargas.
Se você pensa que a complexidade do trabalho de agenciamento de cargas é apenas ser responsável por transportar um produto de um lugar para o outro, você se engana. Essa é apenas a última etapa do projeto.

O Agente de Cargas é responsável por gerenciar e coordenar todos os recursos de uma empresa e colocá-los à disposição para o alcance dos objetivos do negócio. Para isso, o setor se preocupa com toda a cadeia de expedição, transporte, recebimento e armazenagem de matérias-primas, materiais e produtos.

Quando falamos em logística internacional adicionamos, ainda, alguns outros pontos de atenção do setor. É preciso lidar com o transporte interno e externo, trâmites burocráticos de exportação ou importação, regras e acordos internacionais, além de ser necessário controlar, de perto, o tempo de percurso.

Quais as responsabilidades do Agente de Cargas?
Dentre as principais atribuições do Agente de Cargas internacional, estão: escolher o melhor modal de transporte; eleger a melhor rota; se preocupar com a redução dos custos logísticos; ter bons contratos com armadores, cias marítimas ou transportadores terrestres; otimizar tempo de transporte e controlar prazos de entrega.

Mas, apesar de todas essas responsabilidades, o principal objetivo do Agente de Cargas se resume em reduzir custo e tempo. Para isso, há algumas dicas essenciais que devem ser levadas em consideração para conquistar bons resultados:

Separar, embalar e marcar os produtos;
Providenciar licenças e despacho aduaneiro;
Quitar taxas e tributos relacionados à operação;
Separar a documentação necessária para o transporte;
Contratar seguro de transporte de cargas;
Escolher o modal de transporte mais adequado;
Estabelecer um diálogo produtivo com fornecedores e clientes;
Monitorar o deslocamento das mercadorias.

Consultas: http://comexleis.com.br/news/?p=15951

Por Elton Balthazar Menezes.

Ferrovias brasileiras, lucro ou prejuízo?

O nosso país carece de ferrovias e isso não é novidade. Algumas sucateadas, outras simplesmente sem nenhuma utilização. Esse descaso começou em 1950, onde os governos e seus eleitores priorizaram a indústria de automóveis e a construção de estradas. Houve pouca instalação de indústrias de material ferroviário, o que causou a dependência de importações a custos altos. O desequilíbrio nas contas dificultou o investimento em novas máquinas mais eficientes e a correção em falhas nas linhas. Em adição, muitas ferrovias possuíam bitolas diferentes, fator que acabava resultando em troca de trens, aumentando assim os custos operacionais.

Também houve dificuldade com o combustível das locomotivas. No início da década de 50, a maior parte das ferrovias ainda utilizava lenha ou carvão mineral para aquecer a água das caldeiras e produzir o vapor que movimentava as máquinas. A lenha já estava escassa e seu uso contribuiu com a enorme devastação de florestas em muitos estados brasileiros.

E qual a situação de nossos concorrentes? De acordo com o professor Samir Keedi, a Argentina possui 12 quilômetros para cada mil quilômetros quadrados de seu território. A França 60. O Japão 62. A Inglaterra 70. A Alemanha 130. A ferrovia absoluta da Alemanha é de 45.000 quilômetros, para um território de apenas 349.000 quilômetros quadrados.

A pergunta é: Se nossas ferrovias funcionassem de forma eficiente, teríamos menos gastos com transporte de mercadorias nas importações e exportações? Depende, o uso adequado das ferrovias facilitaria o transporte das cargas dos portos principais até o destino, porém é adequada para grandes volumes ou grandes distâncias. Temos como vantagem a elevada capacidade de carga, não há congestionamentos tornando a viagem muito mais rápida e há pequeno consumo de energia por unidade transportada.

Como desvantagem, horários pouco flexíveis, elevados custos de manuseio, manutenção e necessidade de maior transbordo.

Sendo assim, atualmente os modais mais utilizados por importadores e exportadores são o marítimo e o aéreo.

Entre em contato conosco que vamos te auxiliar na escolha da modalidade de transporte adequada para sua mercadoria e lhe recomendar o melhor custo benefício, viabilizando seus negócios internacionais!

Por Júlia Franzoi Toigo.

Decisão do Modal no Transporte Internacional de Cargas

Com a chegada do final do ano é mais importante ainda saber definir a melhor escolha da modalidade de transporte da sua carga para sua importação ou exportação para que não ocorram atrasos ou imprevistos.

A logística internacional é fundamental para qualquer empresa internacionalizada e deve ser bem organizada. A preocupação com o processo começa desde sua origem.

Dentre os principais modais de transporte, suas diferenças não se restringem apenas no modo como o produto é transportado. Há a incidência de taxas diferentes e os serviços de logística variam de acordo com o investimento da empresa.

Você não precisa ser um especialista na área, porém ter um conhecimento básico sobre o assunto é necessário. Abaixo ressaltamos alguns pontos importantes que devem ser considerados para a escolha da melhor modalidade:

Meio de transporte terrestre:

O transporte por caminhões torna-se viável para empresas que não possuem carga valiosa. Na hora de decidir por este meio também é necessário levar em conta o destino final.

Muitos produtos chegam ao Brasil pelos principais portos e aeroportos e seguem rumo ao seu destino, porém a caminhada pode ser longa e nem sempre as rodovias estão preparadas, principalmente se o produto for entregue em regiões mais afastadas. Além da estrutura, é preciso ainda verificar a segurança dessa rota que será feita pelo caminhão.

Meio de transporte aéreo:

Num mundo cada vez mais globalizado, os aviões são ainda a grande ferramenta para quem quer importar de forma rápida e mais segura. Esta opção é bastante considerada como facilitadora do comércio internacional, agilizando o processo de entrega e aumentando a circulação de mercadorias.

Produtos de alto valor, com urgência na entrega ou até mesmo os pequenos objetos são os mais indicados para este sistema de importação. Ao contrário do que se imagina, os custos via transporte aéreo estão mais acessíveis do que no passado.

Meio de transporte marítimo:

Apesar da facilidade que o avião traz para os negócios internacionais, o transporte marítimo também é muito eficaz. Apesar do tempo de navegação, o cargueiro pode atravessar o oceano de um lado para outro sem muitos problemas. Este meio de transporte chega em regiões que nem sequer possuem estrutura para receber aviões ou mesmo um transporte terrestre.

O produto que você está importando também define qual o melhor tipo de transporte que ele pode chegar de forma mais segura, sem colocar em risco a qualidade e a integridade daquilo que se está importando.

Vale lembrar que além da parte de logística, o meio de transporte da carga, é preciso reforçar que existe a parte burocrática que envolve a alfândega. O governo cobra uma taxa de produtos que são exportados e importados.

Apesar de toda a sistematização da logística nos séculos passados, a tecnologia tem permitido cada vez mais o aprimoramento deste setor tão importante para e economia mundial. Hoje, as empresas podem escolher o melhor meio de transporte, encontram algumas facilidades que até então não estavam disponíveis e podem ainda acompanhar todo o processo de transporte de forma simples e tranquila, por meio de rastreamento, como qualquer consumidor pode fazer ao comprar um produto e esperar pela entrega.

Autor: Murilo Bernardi.