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Melhorias começam com a demolição de obra parada que seria a ampliação do terminal

Após um ano do leilão, a Fraport fez o “impossível se tornar possível”, como resumiu a CEO da empresa alemã, Andreea Pal, ao dar início na manhã desta quinta-feira, oficialmente, às obras de melhoria no Porto Alegre Airport (Aeroporto Internacional Salgado Filho). Serão investidos R$ 1,5 bilhão nesta primeira etapa, que envolve a ampliação da pista em 920 metros e do terminal 1, além das melhorias no taxiamento e no sistema de drenagem. O lançamento da pedra fundamental, que ocorreu em tom de brincadeira e disputa futebolística, se deu no local onde haverá uma subestação, ao lado do prolongamento da pista. Em tom quase coletivo entre as autoridades, foi enaltecido o valor simbólico do evento, que marca o início de uma nova fase do aeroporto.

Entre os benefícios econômicos mais imediatos estão a contratação de profissionais. Para o pacote de melhorias o consórcio HTB, Tedesco e Barbosa Mello estima a contratação de mil trabalhadores de maneira direta e outros 200 indiretos. A proposta é buscar mão de obra e fornecedores locais. Porém, os investimentos abrem outras expectativas, especialmente de negócios. Com uma estrutura mais moderna e maior, será possível ampliar o rol de rotas, especialmente com opções internacionais, assim como o volume de transporte de carga.

Neste ponto, o governador José Ivo Sartori enalteceu que as melhorias no aeroporto representam um dos cinco investimentos mais significativos da última década do Estado. “Tem um efeito multiplicador, logístico, geração de renda, turismo e de negócios”, afirmou.

Nesta mesma linha, o prefeito Nelson Marchezan Júnior ressaltou a importância das parcerias com a iniciativa, que traz agilidade aos projetos. Destacou que a prefeitura tem acompanhado o processo de remoção das famílias das áreas no entorno, que é um dos empecilhos para as obras de ampliação da pista.

Consórcio começa demolir obra parada

O consórcio responsável pelas obras HTB, Tedesco e Barbosa Mello começou a preparação do terreno para a ampliação da pista. Mas a movimentação mais significativa já teve início, que é a demolição de parte da estrutura que seria da ampliação do terminal. A edificação, que ainda estava em concreto, começou com a Infraero, mas nunca foi concluída.

Segundo o presidente da HTB, Detlef Dralle, o custo para adaptar a estrutura existente ao padrão necessário e exigido pela Fraport seria muito elevado, assim, tornou-se mais vantajoso essa demolição. O projeto da ampliação do terminal tem duração de 18 meses, com previsão de finalização até outubro de 2019. Assim, em seu discurso, Dralle assegurou que a maior preocupação é conseguir concluir as obras dentro dos prazos e com alto nível de qualidade.

Fonte: Correio do Povo

O Governo Brasileiro quer intensificar o fluxo das exportações feitas por aviões, e segundo a estimativa deste, as vendas para o exterior poderão ser reduzidas em torno de 40%. Foi lançado no dia 23 de março de 2017 um novo Processo de Exportações do Portal Único do Comércio Exterior. Assim que o projeto estiver totalmente implantado, sua meta de redução do tempo das exportações é de 13 para 08 dias.

A utilização de algumas etapas e de documentação não serão mais necessárias e a sua eliminação faz parte do seu objetivo. O intuito é oferecer operações e trâmites simplificados. Este novo procedimento, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), terá o envolvimento de mais de 25,5 mil empresas e alcançará cerca de 5 milhões de operações anuais de exportações.

Em um primeiro momento, este projeto contemplará a todas as exportações aéreas realizadas pelos aeroportos de Viracopos / SP, Guarulhos / SP, Confins / MG e Galeão / RJ, estas apenas sujeitas a controles realizados pela Receita Federal, mas a proposta não para por aí, a ideia é que esta medida seja adotada para todos os aeroportos do Brasil e também que seja aplicada para os demais modais, como o rodoviário, fluvial, marítimo e ferroviário.

Ainda, de acordo com o MDIC, na fase inicial que consiste na sua implantação nos quatro aeroportos, agilizará o desembaraço de mercadorias que tem elevado valor agregado e que em 2016 representaram quase US$ 6 bilhões em exportações, o que é equivalente a 55,7% das operações realizadas por meio aéreo.

Todas as consultas podem ser feitas em tempo real pelo Portal Único do Comércio Exterior. É possível visualizar o status das exportações e os usuários também podem anexar documentos. A utilização deste meio eletrônico possibilitou a eliminação de aproximadamente 99% de impressões nas operações.

Alguns benefícios e vantagens deste novo procedimento:
– Integração com a nota fiscal eletrônica (NF-e);
– Eliminação de documentos e diminuição de burocracia: o Registro de Exportação (RE), a Declaração de Exportação (DE) e a Declaração Simplificada de Exportação (DSE) serão substituídos por apenas um documento chamado de Declaração Única de Exportação (DU-E);
– Redução no preenchimento de dados: em 60%;
– Eliminação de etapas e processos: não haverá mais autorizações duplicadas nos documentos;
– Informações automatizadas: guichê único entre governo e exportadores;

Redução de tempo no processo de despacho aduaneiro, movimentação de carga, licenciamento e certificação.

Para maiores informações e auxílio com este processo, não duvide em consultar com a Efficienza.

Por Nadia Valentina Garcia Bof.